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Cmei desenvolve projeto de diversidade na primeira infância

Localizado no Jardim Guanabara, instituição realiza o 'Viva as diferenças!' com alunos de três anos

  • Publicado: Quinta, 16 de Maio de 2019, 13h36
  • Última atualização em Quinta, 16 de Maio de 2019, 13h36

cmei diversO Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Jardim Guanabara III desenvolve, desde o início do ano letivo, um projeto de diversidade com cerca de vinte crianças do agrupamento de três anos da instituição. Intitulado 'Viva as diferenças!', o objetivo da proposta é levar a reflexão aos pequenos de que ninguém é igual a ninguém e valorizar as particularidades de cada um, ressaltando o respeito independente de cor, etnia ou necessidade especial.

 

A professora da turma, Suzana Cedro, justifica que o projeto surgiu a partir das indagações cotidianas dos educandos ao perceber as diferenças de cada coleguinha. Ela conta que “notamos que algumas crianças questionavam e comparavam algumas particularidades físicas entre si. Certo dia uma criança ao observar uma de suas coleguinhas, indagou: 'Tia, por que a pele da minha amiguinha está tão marrom?'. Em outro dia uma delas ao observar as professoras penteando o cabelo de uma das meninas, disse: 'Tia, eu não tenho cabelo’”.

 

Como metodologia, a professora organizou um planejamento de ação educativo pedagógico, perpassando a interdisciplinaridade. Dentro desse plano, Suzana trabalhou com rodas de conversa, vídeos, literaturas, músicas, arte, ciências humanas e ciências naturais. Uma das primeiras atividades foi a confecção de um painel mural, no qual as crianças fizeram colagens de imagens de si mesmas, apontando as singularidades de cada um.

 

Em outra ação, os pequenos fizeram uma releitura da história “O cabelo da Lelê”, na qual experimentaram uma peruca de um cabelo cacheado e puderam conhecer, de forma contextualizada, a história da África e sua relação com o Brasil. Na última semana, Suzana trabalhou com a obra Operários, de Tarsila do Amaral, na qual as crianças apontaram na pintura para as pessoas que tinham a cor da pele semelhante a delas.

 

Núbia Alves, da Editoria de Educação e Esporte

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