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SME e PUC realizam momento lúdico para integrar famílias e voluntários

Projeto desenvolvido pela parceria entre as duas instituições atende alunos da rede municipal com dificuldades no desenvolvimento social

  • Publicado: Quarta, 15 de Maio de 2019, 19h13
  • Última atualização em Quarta, 15 de Maio de 2019, 19h14

PUC E SMEA Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (Puc-Go), realizaram na nesta terça-feira, 14, a atividade especial “Brinquedos Cantados com o professor Alexandre Rocha”. A ação faz parte do Projeto Aprender a Pensar (PAP), iniciativa conjunta com as Gerências de Projetos (Gerpro) e Inclusão (Gereinc) da SME. A oficina é ministrada na Escola de Formação de Professores e Humanidades da Puc-Go, integrando pais, filhos e voluntários do projeto.

O principal objetivo desta ação é aumentar o repertório vivencial dos assistidos pelo programa, estimulando pais e filhos às experiências do “brincar juntos”. Os encontros acontecem semanalmente, às terças-feiras, sempre no mesmo local, com atendimento direcionado a alunos de escolas públicas e privadas com idade entre 7 a 17 anos. São crianças e adolescentes que apresentam dificuldades no desenvolvimento e interação social, sendo encaminhados ao projeto com a indicação das respectivas instituições de ensino após avaliação.

A pedagoga Bethânia Loureiro Carneiro, servidora da Gereinc e responsável pelo PAP, esclarece a importância do projeto para a comunidade por promover, através de atividades lúdicas e construtivas, habilidades sociais e construção de valores indispensáveis à natureza humana. “Sou muito feliz por poder participar dessa parceria, e temos obtido ótimos resultados com as crianças atendidas. O depoimento de familiares e das escolas fortalece a nossa metodologia a cada dia”, conclui.

Andrea Magalhães, coordenadora adjunta do PAP, fala sobre a parceria com a SME e os atendimentos realizados. Dentro da inclusão social, traz questões como diversidades a serem trabalhadas por meio de habilidades sociais, bem como a vulnerabilidade ou fragilidade que identificadas no contexto social. O PAP é totamente voluntário e, segundo Andrea, a cooperação entre as duas instituições sela a proposta filantrópica voltada à comunidade. “Essa parceria nos aproxima do público-alvo, nos permitindo alcançar crianças com menor acesso a ações sociais e informações psicoeducativas. Nesse sentido, abre portas para atingir também as famílias rumo a essa integração.

O PAP faz parte do Programa de Referência em Inclusão Social (PRIS), extensão vinculadá à PUC-Goiás. A meta é estimular a autonomia de crianças, adolescentes e famílias assistidas, buscando a ampliação de capacidades e competências de pensamento e criatividade através da construção de valores absolutamente indispensáveis à natureza humana como: empatia, respeito, solidariedade, justiça, tolerância, responsabilidade e outros.

Adriene Bastos, editoria de Educação e Esporte
Fotos: Eulices Maria 

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