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Educação cria mais 1,5 mil vagas com implantação de salas modulares

Ambientes foram instalados em 20 instituições da Rede Municipal de Ensino no primeiro semestre, contemplando turmas de Educação Infantil e Ensino Fundamental

  • Criado: Quinta, 09 de Julho de 2020, 12h43
  • Publicado: Quinta, 09 de Julho de 2020, 12h43
  • Última atualização em Quinta, 09 de Julho de 2020, 12h43

sala modular 2020As aulas presenciais na Rede Municipal de Ensino (RME) estão suspensas desde 17 de março, mas nem por isso, a Educação parou. Além das ações pedagógicas e formativas voltadas para alunos e educadores durante a pandemia, a Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) também vem cuidando da infraestrutura das instituições e expansão no atendimento. Somente no primeiro semestre de 2020, a Pasta entregou 1.510 vagas através da implantação das salas modulares.

Ao todo, 20 instituições, entre escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) receberam 40 ambientes de rápida instalação (ARI), contemplando alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Em números, as salas complementaram 300 vagas em Cmeis e 1.210 em escolas. A implantação dos módulos compreende tanto a estrutura modular quando adequações de segurança, como rampas de acesso e cobertura.

Porém, mais que a oferta de vagas, é necessário atendimento de qualidade na Educação. Por isso, Goiânia inova ao adotar as salas modulares como método rápido e seguro que possibilitou, de forma rápida e segura, ampliar o atendimento em escolas e Cmei da capital. Os módulos possuem o que há de mais moderno em tecnologia de construção, além de uma opção confortável e de baixo custo, alternativa mais que viável para redução das listas de espera.

A primeira instituição a receber as salas modulares foi a Escola Municipal Antônia Maranhão do Amaral, em 2018. A implantação veio como solução imediata para o atendimento urgente à demanda apresentada pela comunidade. Desde então, 52 salas já foram instaladas em instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental. A adoção do método possibilitou que, em 2019, fosse zerada a fila de espera na faixa etária de três anos de idade em duas regiões de Goiânia.

O Cmei Jardim Guanabara III, na Região Norte, está entre as instituições onde também foram implantadas salas modulares. Na unidade, foram implantados dois módulos, abrindo 40 novas vagas em período integral. A diretora da instituição, Júlia Grazielli Silva, afirma que, com a chegada dos módulos, “pudemos garantir, às nossas crianças, o direito de conviver, brincar e ser inseridas nas práticas pedagógicas desenvolvidas por profissionais qualificados”.

 

Segurança


Os ambientes de rápida instalação (ARI) são formados por equipamentos desenvolvidos especificamente para habitação. No caso daqueles instalados em escolas e Cmei, são especificamente pensados para fins educacionais, desde o projeto até a finalização da fabricação. feitos de aço de alta resistência, com paredes de painel isotérmico, que portam sistemas elétricos, lógicos, hidráulicos e de refrigeração.

O módulo é desenvolvido para diferentes usos, respeitando as normas que regem cada uso. Entre elas, a NBR–5410, que dispõe das Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Erroneamente chamadas de “contêineres”, os ARI têm, como principais diferenças, os materiais de fechamento, estrutura e cobertura. Os equipamentos modulares possuem faces de fechamento em material termoacústico e resistente, onde o mesmo é o próprio acabamento.

O contêiner marítimo, por sua vez, recebe faces metálicas que demandam revestimento térmico. Ainda, a parte estrutural dos módulos está em suas colunas, teto e chassi, bem como teto com telhas e calhas para captação de água pluvial, dispensando cobertura externa. O tempo de vida estimado para as salas modulares é de 20 anos e outra de suas grandes vantagens é a possibilidade de transferi-las entre unidades, conforme a demanda apresentada em cada região.

Quanto à manutenção, nesse tipo de construção, é tão necessária quanto em qualquer outra tipologia. Assim, os procedimentos são realizados temporariamente, respeitando o uso e local de implantação do equipamento.

 

Luciana Gomides, da editoria de Educação e Esporte

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